ter.talvez.sentir.algo.bom.quando.
estou.comvc.cada.instante.emqualquer.lugar.procuro.responstas.
dasquais. nunca,euvou.achar.como.podeser.tão.grande.assim.meu.AMOR.porvc.
asvezes.eu.sou.estranho.mas.saiba.que.é.porque.eunão.sei.oque.fazer.quando.estoucontigo.
ter.sentir.ser.muito.prasempre.amor.saber.especial e perpétuo.
dedicado àquela que me faz sempre tão feliz e radiante, eu te amo raio de sol;
quinta-feira, fevereiro 26
quarta-feira, fevereiro 4
A Escola (O Farol).
O primeiro dia de escola sempre é um dia muito agitado, pessoas correndo procurando suas salas, e também é um dia de vaidade para as moças e rapazes que querem deixar uma ótima impressão para todos, mas para Augusto e Sílvio foi sempre é um começo de mais um ano aguentando calados tudo, mas esse ano é diferente, sem dúvida é, pois é o ultimo ano que vão ver essas pessoas abusarem deles e tratarem eles que nem ratos. O anúncio de que mais um ano começava, se deu quando o 'dudu' e seus amigos chegaram na sala em que os dois estavam e sem êxito chamou Sílvio, do pior apelido que já houvera dado a alguém, 'Silvio sem pernas', enquanto seus amigos ficavam em volta batendo em Sílvio e Augusto, para os dois pobres garotos o mundo nunca foi justo, e se alguém se opuser a esta, está com a concepção de justiça extremamente distorcida, porque raios todos os dias dudu transformava a vida dos dois garotos em tristeza e amargura. È, eles aguentaram calados todos esses anos e agora era pra ser diferente, mas foi como sempre foi, e talvez como sempre será, augusto ficou quieto e Sílvio foi pra casa chorando.
Depois daquele primeiro dia na escola, Sílvio começou a faltar muitas aulas, e quando Augusto foi a sua casa naquela tarde chuvosa recebeu uma ótima e péssima noticia. Sílvio agora está livre de todos seus medos e tristezas, agora ele pode correr e sentir os lindos campos de lirios azulados, encontrou sua própria Pasárgada com o único ato de tomar meia duzia de analgésicos, e apenas o que restou da imagem daquele garoto na cadeira de rodas foi as lembranças de Augusto que esteve sempre junto com ele do primeiro ao último dia de aula. Aqui jaz Sílvio, um ótimo amigo.
Eduardo, o 'dudu' tinha muita especialidade em ferir as pessoas onde mais doía nelas, era filho de um grande produtor de café da região, um homem extremamente arrogante e ríspido, Eduardo sempre foi um garoto deixado de lado por seu pai, não se viam muito pois ele estava sempre trabalhando a negócios, Mas uma coisa Eduardo aprendeu com os pais (com seu pai em especial), a ser arrogante e sempre falar e fazer o que quer, não importa o que seja e como seja.
... continua
Depois daquele primeiro dia na escola, Sílvio começou a faltar muitas aulas, e quando Augusto foi a sua casa naquela tarde chuvosa recebeu uma ótima e péssima noticia. Sílvio agora está livre de todos seus medos e tristezas, agora ele pode correr e sentir os lindos campos de lirios azulados, encontrou sua própria Pasárgada com o único ato de tomar meia duzia de analgésicos, e apenas o que restou da imagem daquele garoto na cadeira de rodas foi as lembranças de Augusto que esteve sempre junto com ele do primeiro ao último dia de aula. Aqui jaz Sílvio, um ótimo amigo.
Eduardo, o 'dudu' tinha muita especialidade em ferir as pessoas onde mais doía nelas, era filho de um grande produtor de café da região, um homem extremamente arrogante e ríspido, Eduardo sempre foi um garoto deixado de lado por seu pai, não se viam muito pois ele estava sempre trabalhando a negócios, Mas uma coisa Eduardo aprendeu com os pais (com seu pai em especial), a ser arrogante e sempre falar e fazer o que quer, não importa o que seja e como seja.
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O Farol.
Havia uma cidadezinha chamada Farol, uma pequena colônia americana no Brasil , uma cidade pequena sem muita coisa para fazer além de ir comer uma pizza, ou vadiar pelos poucos bares que lá haviam, ou nas tardes de domingo tomar um chá e ver a velha banda da escola se apresentar em um palco apertado, porém bem jeitoso. E em um desses domingos á tarde que o jovem menino Augusto leva sua avó para passear pois está uma linda tarde e todos os pássaros parecem estar na rua fazendo as vozes secundárias da majestosa banda que toca com tanto gosto, fazendo a trilha sonora para ela passar, ela que ele observa desde a sexta série sem ao menos piscar ele olha ela sendo cortejada pelos homens que ali olharam pra ela, e ele via aquela cena e sempre se sentia mal, por que ele mesmo nunca teve coragem para se aproximar e dizer ao menos um 'oi', e por ser aos olhos dela só mais um bobo que é apaixonado por ela, passa que nem o vento para ela, despercebido.
Á tarde começa a morrer aos poucos dando um ar vermelho-amarelado no ceu, agusto e sua avó se maravilham com o show que a natureza os proporciona, mas infelizmente eles tem que ir pois o caminho é longe e na noite há muitos perigos, já dizia sua velha vó. Pelo caminho desnivelado de pedras subia o morro, pois lá em cima quase junto ao céu estava o casarão onde moravam.
Onde Augusto passou a infância correndo, pulando e dando um trabalhão pros seus pais. Os pais de Augusto se foram cedo, ele recem tinha dez anos, oque deixou uma ferida aberta até hoje por não ter os pais, mas em questão de amor, a vovó brenda sempre o deixou com uma overdose de amor, mas sempre quando via seus amiguinhos quando pequeno com seus pais, ele sentia o vazio que aquilo fez com ele. Mas os tempos passaram e ele cresceu e hoje é seu primeiro dia no terceiro grau da escola Nossa De Sante Inês, ele sempre foi um garoto de poucos amigos e bem fechado, se único amigo era um garoto que havia perdido o movimento das pernas cujo nome era silvio.
Silvio nasceu normal como toda a criança, mas seu pai era alcoolátra e um dia bebeu demais, e quebrou as pernas de seu próprio filho espancando-o, e o garoto ficou tres dias jogado no chão de madeira até alguém o achar, pois seu pai saiu pela porta aquele dia e nunca mais voltou. Silvio sofreu muito, e sofre ainda pois as marcas de seu passado ainda estão ali em sua pele distorcida por cicatrizes, e nas palavras daqueles que sem dúvida são desprovidos de um coração.
Á tarde começa a morrer aos poucos dando um ar vermelho-amarelado no ceu, agusto e sua avó se maravilham com o show que a natureza os proporciona, mas infelizmente eles tem que ir pois o caminho é longe e na noite há muitos perigos, já dizia sua velha vó. Pelo caminho desnivelado de pedras subia o morro, pois lá em cima quase junto ao céu estava o casarão onde moravam.
Onde Augusto passou a infância correndo, pulando e dando um trabalhão pros seus pais. Os pais de Augusto se foram cedo, ele recem tinha dez anos, oque deixou uma ferida aberta até hoje por não ter os pais, mas em questão de amor, a vovó brenda sempre o deixou com uma overdose de amor, mas sempre quando via seus amiguinhos quando pequeno com seus pais, ele sentia o vazio que aquilo fez com ele. Mas os tempos passaram e ele cresceu e hoje é seu primeiro dia no terceiro grau da escola Nossa De Sante Inês, ele sempre foi um garoto de poucos amigos e bem fechado, se único amigo era um garoto que havia perdido o movimento das pernas cujo nome era silvio.
Silvio nasceu normal como toda a criança, mas seu pai era alcoolátra e um dia bebeu demais, e quebrou as pernas de seu próprio filho espancando-o, e o garoto ficou tres dias jogado no chão de madeira até alguém o achar, pois seu pai saiu pela porta aquele dia e nunca mais voltou. Silvio sofreu muito, e sofre ainda pois as marcas de seu passado ainda estão ali em sua pele distorcida por cicatrizes, e nas palavras daqueles que sem dúvida são desprovidos de um coração.
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