Em um mundo escuro, são poucas as esperanças, em um mundo sem amor, são poucas as alegrias.
Essa é a história de um homem muito solitário, que vivia de cabeça baixa para tudo e todos, ele nunca soube o que era ter e perder alguém, mas mesmo assim, ele sentia a dor.
Era um homem jovem, porém poupava cada palavra que saia de sua boca, pois sua mãe quando pequeno dizia que ele era amaldiçoado e sua voz destruía até os mais belos cantos dos passáros, passava uma imagem cadavérica, pois não costumava sair de casa então era pálido que nem as frias geleiras que habitavam seu coração.
Um certo dia quando foi ao mercado, ele sentiu-se estranho e finalmente ele levantou a cabeça e olhou nos olhos de alguém, o que é raro, pois sempre estava cabisbaixo.
Então olhou e deslumbrou-se com os lindos castanhos claros, e o mais lindo sorriso que já havia visto. Ao sentir seu olhar dentro do dela, ele disse oi, qual o seu nome? e ela respondeu com uma linda voz, meio tímida, oi, eu sou clara! e saiu rapidamente, pelo visto ela estava atrasada ou algo do gênero.
Aquele sorriso não saiu da sua cabeça, dia após dia, nela ele pensou, e isso estava o deixando louco. Outro dia no mercado o reencontro acontece novamente, dessa vez ele está destinado e certo do que fazer, ele vai até ela e diz:
-Eu te amo, moça bonita.
ela chocada, começa a ficar com um sorriso sarcástico na cara, e sai caminhando dizendo:
-È uma pena, senhor
Aquele sorriso seco e frio, ficou na sua cabeça pra sempre, como a única memória que restou do seu primeiro amor, e também como sua passagem de volta ao mundo escuro.
Em um mundo sem amor, são poucas as alegrias.
terça-feira, novembro 18
O ser humano.
Um dia me contaram uma história,
de que houvera um garoto que morava dentro de uma caverna
Mas não era uma garoto normal.
Ele a todo o tempo via coisas, coisas que ninguém podia ver.
Contaram-me, que ele podia ver através de todo ser humano
e enxergar sua alma.
E havia uma coisa que ninguém entendia.
por que ele sempre estava chorando e com medo.
de que houvera um garoto que morava dentro de uma caverna
Mas não era uma garoto normal.
Ele a todo o tempo via coisas, coisas que ninguém podia ver.
Contaram-me, que ele podia ver através de todo ser humano
e enxergar sua alma.
E havia uma coisa que ninguém entendia.
por que ele sempre estava chorando e com medo.
segunda-feira, novembro 10
Reencontro Prévio
Após anos, encontra-la parece a tarefa mais difícil do mundo, a tarefa que nenhum ser na minha posição poderia executar. Após 10 anos estamos aqui de novo, um na frente do outro, que ironia do destino não?
Parece que foi ontem que eu te vi sair por aquela porta apenas com um lenço vermelho na mão e uma lágrima no rosto.
Parece que foi ontem que eu me aqueci nas manhãs gélidas de domingo do inverno em teus braços quentes e companheiros. Mas vamos falar de agora, o que será que me trouxe aqui de novo nessa mesma velha árvore que costumávamos ir quando crianças. Coisas não resolvidas. Creio que não, saudade, talvez.
Eu nunca fui o bastante pra ninguém, muito menos pra ti bela moça, mas eu sei que quando olho através da poça, é tu quem eu vejo no reflexo, e agora nesse exato momento não consigo compreender o porquê de vir aqui depois de dez anos apenas para dizer uma ultima palavra.
Eu nunca te mereci, mas logo agora quando não há mais tempo nesse mundo, eu finalmente consigo compreender que você realmente me amou, eu sinto muito a sua falta, todos os dias quando eu sento na cadeira de balaço no final da tarde e olho o sol ir dormir, eu vejo a sua antiga cadeira ao meu lado vazia, apenas rangendo ao tocar do vento, iluminada com as lindas faíscas de final de tarde.
Eu só queria te dizer até, pois amanhã é meu dia, vou finalmente ver seus belos olhos de novo, e aquele sorriso que não se compara a mais nenhum.
Mal posso esperar como eu quero o mais breve possível ir para o lado de lá.
Parece que foi ontem que eu te vi sair por aquela porta apenas com um lenço vermelho na mão e uma lágrima no rosto.
Parece que foi ontem que eu me aqueci nas manhãs gélidas de domingo do inverno em teus braços quentes e companheiros. Mas vamos falar de agora, o que será que me trouxe aqui de novo nessa mesma velha árvore que costumávamos ir quando crianças. Coisas não resolvidas. Creio que não, saudade, talvez.
Eu nunca fui o bastante pra ninguém, muito menos pra ti bela moça, mas eu sei que quando olho através da poça, é tu quem eu vejo no reflexo, e agora nesse exato momento não consigo compreender o porquê de vir aqui depois de dez anos apenas para dizer uma ultima palavra.
Eu nunca te mereci, mas logo agora quando não há mais tempo nesse mundo, eu finalmente consigo compreender que você realmente me amou, eu sinto muito a sua falta, todos os dias quando eu sento na cadeira de balaço no final da tarde e olho o sol ir dormir, eu vejo a sua antiga cadeira ao meu lado vazia, apenas rangendo ao tocar do vento, iluminada com as lindas faíscas de final de tarde.
Eu só queria te dizer até, pois amanhã é meu dia, vou finalmente ver seus belos olhos de novo, e aquele sorriso que não se compara a mais nenhum.
Mal posso esperar como eu quero o mais breve possível ir para o lado de lá.
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