Perguntou á um pequeno moço parado e ele olhou pra baixo abriu a porta e não respondeu absolutamente nada, um tanto quanto ainda assustado com a situação Baltazar decidiu entrar dentro do lugar havia vários rapazes e crianças feitas de barro dançando e cantando, quando percebera a presença de baltazar na sala pararam no exato momento ficaram quietos, fizeram uma pequena fila e baixaram a cabeça, Baltazar mais assustado ainda disse:
- Ué, por que vocês pararam?
ninguém respondeu.
- Será que alguém pode falar, por gentileza?
um pequeno moço falou:
- Nós não podemos conversar com brancos, porque diante deles e de suas ordens temos que ser surdos,mudos e cegos. Acho que você deve ser novo aqui, porque Jó e seus familiares não se misturam com nós seres inferiores.
- Isso não é verdade moço, para mim todos são iguais, e eu tenho que falar com esse tal de Jó parar tentar sair dessa cidade, antes eu tentei mas essa parede parece ser muito maciça, apesar de ser invisível, mas me diga, qual seu nome?
-Meu nome? eu não tenho nome mas eu posso lhe mostro onde Jó mora. Uma vez que entra em Jó é difícil sair, pois esta parede na verdade é nossa prisão e nossa sina é ficar presos aqui pra sempre e não poder tocar em sequer um galho de cerejeira pesar de elas estarem logo ali no nosso nariz.
Então Baltazar e o moço que não tinha nome foram caminhando para uma escadaria e o moço o acompanhou até a porta de um escabroso casarão e lá estava um homem sentado na varanda que logo que avistou eles disse barbaridades ao moço que o acompanhava, correndo ele á bala do local e Baltazar assustado com tudo foi correndo ao homem perguntar o porque desta manifestação de raiva, e o homem disse que Jó não suportava os homens de barro e os queria perto de sua casa, só os que eles aturava podiam ficar lá.
E esse homem o conduziu á Jó, que era um homem meio estranho, meio baixinho mas com um ar extremo de superioridade, mas pareceu bem simpático com Baltazar Jó disse que ele podia ficar no casarão por esta noite, porém o modo rude com que tratou sua criada Alzira deixou Baltazar muito mais impressionado com essa cidade, apesar da cidade ser muito moderna a casa era muito antiga e Jó disse que o avô dele (que também era Jó por sinal) a construiu com as próprias mãos. Logo após de trocarem umas palavras Baltazar foi dormir à luz de velas, porém no meio da noite um vento bateu e derrubou aquela vela que foi encostar na cortina que pegou fogo e quando se deu por conta estava quase tudo estava desmoronando e o Jó estava preso em uma viga, chamou seus empregados mas nenhum dos empregados brancos o ajudaram e saíram assustados com o fogo, até mesmo Baltazar não conseguiu ajudar porém bravamente cortando o fogo como se fosse uma faca Alzira corajosamente salvou Jó.
Quando os dois estavam bem ao assistir a casa queimando Jó agradeceu Alzira e naquele dia eu vi um homem vencer suas diferenças e dizer no outro dia pela manhã ao povo dos homens de barro que agora em diante todos eram iguais a todos, e que não existem mais diferenças e que todos estão livres abriu os portões para um mundo novo, onde todos viveriam em paz. Nesse mesmo dia alguns ficaram, outros subiram nas cerejeiras e outros partiram e foi com esses que me enturmei cantando e jogando Cachimbó...
continua
quarta-feira, maio 13
quarta-feira, abril 29
O caminho para Jó (Zion)
Lá estava um caminho tortuoso no meio daquelas milhões de redes de sipós e emaranhado de folhas, e bem de longe havia um letreiro digital o que parecia meio estranho dentre aqueles vários exemplares de árvores, porém Baltazar continuou andando e com esta dúvida na cabeça, quem será que iria botar um letreiro tão moderno no meio de um mata tão jurásica? Mas continuou andando e de repente um enorme descampado, finalmente havia saído da imensa floresta.
Sentou-se um pouco, estava com fome então comeu alguns doces dos quais havia guardado em sua mochila e logo prosseguiu e então deu de cara em algo! O que teria batido no seu rosto no meio do nada? Então esticou um pouco o braço e percebeu uma parede e parecia feita de vidro ou matéria parecido, e logo que apalpou o seguinte material se materializou bem a sua frente diante dos seus olhos uma cidade inteira, eram tantas luzes, tanto barulhos parecia que estava em Las Vegas mas era a tecnológica cidade de Jó, fundada por um pequeno senhor de escravos que estava cansado das cidades modernas do mundo de fora, então veio a Zion e fundou sua própria cidade. Baltazar impressionado com tamanhas tecnologias, havia até carros voadores e além disse era uma cidade muito linda feita só de vidro, Jó construiu ela com suas próprias mãos com ajuda de seus muitos escravos e seu amigo Zé Pereira.
Então foi-se aprochegando havia muitas pessoas, todas negras, elas passavam e pareciam se intrigar com a presença de Baltazar deviam se perguntar da onde ele veio aqui nesse mundo parece não haver muitos forasteiros, mas havia de seguir em frente e tentar achar um meio de sair desse mundo louco em que foi se meter, então prosseguiu e entrou em um lugar que dizia "Cachimbó", o que seria esse estranho local?
continua...
Sentou-se um pouco, estava com fome então comeu alguns doces dos quais havia guardado em sua mochila e logo prosseguiu e então deu de cara em algo! O que teria batido no seu rosto no meio do nada? Então esticou um pouco o braço e percebeu uma parede e parecia feita de vidro ou matéria parecido, e logo que apalpou o seguinte material se materializou bem a sua frente diante dos seus olhos uma cidade inteira, eram tantas luzes, tanto barulhos parecia que estava em Las Vegas mas era a tecnológica cidade de Jó, fundada por um pequeno senhor de escravos que estava cansado das cidades modernas do mundo de fora, então veio a Zion e fundou sua própria cidade. Baltazar impressionado com tamanhas tecnologias, havia até carros voadores e além disse era uma cidade muito linda feita só de vidro, Jó construiu ela com suas próprias mãos com ajuda de seus muitos escravos e seu amigo Zé Pereira.
Então foi-se aprochegando havia muitas pessoas, todas negras, elas passavam e pareciam se intrigar com a presença de Baltazar deviam se perguntar da onde ele veio aqui nesse mundo parece não haver muitos forasteiros, mas havia de seguir em frente e tentar achar um meio de sair desse mundo louco em que foi se meter, então prosseguiu e entrou em um lugar que dizia "Cachimbó", o que seria esse estranho local?
continua...
segunda-feira, abril 27
A Engenhosidade das Pessoinhas (Zion)
Baltazar ficou quebrando a cabeça o dia inteiro, como ele iria se livrar daquela enorme cabeça?
como iria voltar para o mundo em que viviam antes? Eram tantos seus dilemas que aqueles pequenos cidadões de Turam notaram, e ofereceram um lindo doce pra ele, o doce era todo enfeitado com os melhores e mais doces glacês e o deixou muito feliz e com um pouco de receio em comê-lo, afinal o doce era tão lindo e tão bem feito nos seus mínimos detalhes, mas logo o pequeno homenzinho que lhe deu o doce o encorajou e disse:
- Vá, coma, você vai se sentir melhor!
E logo depois dessas palavras deu uma grande bocada e se sentiu muito bem, então o pigmeu falou que aquele doce tinha propriedades mágicas, curava qualquer ferida no coração, das maiores tristezas aos maiores dilemas! Foi nessa hora de euforia que chegou da floresta um velho pigmeu e disse ao garoto Baltazar sábias palavras, porém poucas:
- Se você usar todo esse conhecimento jovem cabeçudo, sua cabeça irá diminuir aos poucos e irá voltar ao normal
- Mas velho ancião onde usarei tanto conhecimento?
- Isso só você poderá saber.
Entrou na floresta fechada e escura de onde veio, e o garoto Baltazar pensou um pouco e já teve uma idéia para gastar o conhecimento adquirido começou ajudando a construir carruagens para transportar os doces, depois contou histórias para as crianças e ainda construiu uma enorme rede de irrigação para a plantação de biscoitos e no final quando viu sua cabeça estava quase normal só um pouco maior e percebeu finalmente que nada nunca iria voltar ao normal, nada nunca vai ser como antes, não depois de passar por esse mundo.
Depois de refletir muito sobre os acontecimentos que aconteceram, olhou ao relógio que dizia que era hora de partir, então as pequenas pessoinhas muito triste com sua partida deram a ele uma mochila com vários doces para ele em sua busca ao saber, saber quem era ele? Pra onde ele ia ir e porque?
Ele que nunca mais vai voltar a vê-los (pois sua aldeia sempre muda de lugar), a não ser que o destino o quisesse. Mas uma coisa é certa o povo de Turam vai lembra-lo pra sempre como seu libertador, o gigante com uma cabeça enorme que os libertou de ser escravos pra eternidade, o garoto Baltazar irá lembrar pra sempre dos maiores confeiteros que já conheceu! Baltazar abanou e correu para fora da aldeia que instantaneamente sumiu dali, agora ele estava mais uma vez sozinho e com uma estrada para seguir em frente, e sempre frente era seu lema, mas lembre-se, eu os aconselho a ouvir essas palavras ditas por um pequeno amigo meu que por sinal até era príncipe, "quem segue sempre em frente não vai muito longe".
continua
como iria voltar para o mundo em que viviam antes? Eram tantos seus dilemas que aqueles pequenos cidadões de Turam notaram, e ofereceram um lindo doce pra ele, o doce era todo enfeitado com os melhores e mais doces glacês e o deixou muito feliz e com um pouco de receio em comê-lo, afinal o doce era tão lindo e tão bem feito nos seus mínimos detalhes, mas logo o pequeno homenzinho que lhe deu o doce o encorajou e disse:
- Vá, coma, você vai se sentir melhor!
E logo depois dessas palavras deu uma grande bocada e se sentiu muito bem, então o pigmeu falou que aquele doce tinha propriedades mágicas, curava qualquer ferida no coração, das maiores tristezas aos maiores dilemas! Foi nessa hora de euforia que chegou da floresta um velho pigmeu e disse ao garoto Baltazar sábias palavras, porém poucas:
- Se você usar todo esse conhecimento jovem cabeçudo, sua cabeça irá diminuir aos poucos e irá voltar ao normal
- Mas velho ancião onde usarei tanto conhecimento?
- Isso só você poderá saber.
Entrou na floresta fechada e escura de onde veio, e o garoto Baltazar pensou um pouco e já teve uma idéia para gastar o conhecimento adquirido começou ajudando a construir carruagens para transportar os doces, depois contou histórias para as crianças e ainda construiu uma enorme rede de irrigação para a plantação de biscoitos e no final quando viu sua cabeça estava quase normal só um pouco maior e percebeu finalmente que nada nunca iria voltar ao normal, nada nunca vai ser como antes, não depois de passar por esse mundo.
Depois de refletir muito sobre os acontecimentos que aconteceram, olhou ao relógio que dizia que era hora de partir, então as pequenas pessoinhas muito triste com sua partida deram a ele uma mochila com vários doces para ele em sua busca ao saber, saber quem era ele? Pra onde ele ia ir e porque?
Ele que nunca mais vai voltar a vê-los (pois sua aldeia sempre muda de lugar), a não ser que o destino o quisesse. Mas uma coisa é certa o povo de Turam vai lembra-lo pra sempre como seu libertador, o gigante com uma cabeça enorme que os libertou de ser escravos pra eternidade, o garoto Baltazar irá lembrar pra sempre dos maiores confeiteros que já conheceu! Baltazar abanou e correu para fora da aldeia que instantaneamente sumiu dali, agora ele estava mais uma vez sozinho e com uma estrada para seguir em frente, e sempre frente era seu lema, mas lembre-se, eu os aconselho a ouvir essas palavras ditas por um pequeno amigo meu que por sinal até era príncipe, "quem segue sempre em frente não vai muito longe".
continua
sexta-feira, abril 24
O povo de Turam( Zion)
Ficou um pouco assustado com a sua cabeça enorme, onde ele iria por tanto conhecimento? Logo que se acalmou teve muitas ideias, mas nenhuma pareceu funcionar, nem mesmo botar uma mangueira na orelha e puxar com a boca até que então encontrou um pequeno chimpanzé verde que lhe disse o seguinte:
-Ei, você aí cabeção, de onde você veio?Do mundo de fora?
e o garoto um pouco assustado respondeu:
-Sim, eu vim da terra, estava no meu quarto e vim parar aqui, você sabe como ajeitar minha cabeça?
- Tente usar um alfinete
E logo o macaco se misturou no verde da mata correndo, e o garoto se pôs a pensar: "como vou achar um alfinete aqui?" Literalmente era como procurar uma agulha no palheiro, mas destinado a acabar como todo o peso que já estava até machucando seu ombro foi procurar uma agulha. Então entrou na mata caminhou cinco passou e de repente levou um susto pois a mata era apenas um manto que cobria uma linda cidade feita de doces guloseimas açucaradas porém seus habitantes não tinham boca apenas um olhar triste e cansado o garoto filosofou mais uma vez: "Como estes seres podem viver aqui diante de tantos doces e não pode sequer chupar uma bala".
Então um pequeno ser puxou sua calça ( essas criaturas eram um tanto quanto estranhas, baixinhas e peludas ) e o levou para um castelo parecia o único imóvel que era feito de pedra no local, então uma formiga enorme apareceu e falou:
- Quem ousa entrar na terra do conde Doyle!?
- Meu nome é Baltazar, eu estava apenas procurando uma agulha parar tirar todo esse conhecimento da minha cabeça e de repente cheguei aqui.
- Você veio do mundo de fora?
- Sim, eu vim da terra,não sei como apareci aqui.
O conde ficou quieto um pouco pensando, e então disse:
- Hoje, Baltazar, você será nosso hóspede mas amanhã deve partir imediatamente.
-Agradeço sua hospitalidade nobre conde, estou muito honrado.
Logo entrou na sala uma pequena criatura com um vestido vermelho e o conduziu para o que devia ser seu quarto, era fabuloso cheio de bolas de gude e muitos soldadinhos de chumbo e foi nesse mesmos soldadinhos que ele ouviu um pequeno sussuro: " Ei, cuidado, você está correndo perigo, Doyle é um terrível feiticeiro inseto, ele jogou um feitiço em todo o povo. Antigamente o nosso povo vivia feliz aqui produzindo doces para todas as partes de Zion porém ninguém sabia de onde vinham os doces até que uma pequena formiga ao passar pela estrada do conhecimento acabou descobrindo esse lugar,( afinal quem em sã consciência entraria nessa floresta sem saber que pelo menos havia algo lhe esperando dentre esses matos) ele entrou e jogou um terrível feitiço onde todo mundo foi privado de poder comer os deliciosos doces feitos aqui, e certamente o matará durante essa noite". O garoto assustado pensou e disse " juntos vamos vencer esse terrível feiticeiro", então ele usou todo seu conhecimento adquirido naquela estrada e montou uma gerigonça para se livrar deste terrível mago.
Após ser servido um jantar muito farto, o garoto botou seu plano em pratica roubou da cozinha um balde agua fervendo e botou em cima da porta e com todos seus conhecimentos matemáticos bolou umas roldanas com cordas e ao feiticeiro ao entrar na sala seria queimado pelo liquido quente.
Ao dar doze badalas no relógio o mago entrou e então o garoto soltou a corda mas por um erro de calculo (porque em Zion não há números) o balde não virou porém caiu em cheio na cabeça daquele inseto dotado de poderes mágicos o deixando lelé da cuca depois de levar essa borduada todos seus feitos se acabaram os habitantes de Turam ficaram muito gratos ao garoto Baltazar e por sua coragem, todos comeram muitos doces e tomaram muitos refrescos à tarde inteira, todos muito felizes por poderem comer os doces ao invés de da-los ás formigas porém ele ainda tinha um problema, como ele iria retirar todo aquele conhecimento?
continua
-Ei, você aí cabeção, de onde você veio?Do mundo de fora?
e o garoto um pouco assustado respondeu:
-Sim, eu vim da terra, estava no meu quarto e vim parar aqui, você sabe como ajeitar minha cabeça?
- Tente usar um alfinete
E logo o macaco se misturou no verde da mata correndo, e o garoto se pôs a pensar: "como vou achar um alfinete aqui?" Literalmente era como procurar uma agulha no palheiro, mas destinado a acabar como todo o peso que já estava até machucando seu ombro foi procurar uma agulha. Então entrou na mata caminhou cinco passou e de repente levou um susto pois a mata era apenas um manto que cobria uma linda cidade feita de doces guloseimas açucaradas porém seus habitantes não tinham boca apenas um olhar triste e cansado o garoto filosofou mais uma vez: "Como estes seres podem viver aqui diante de tantos doces e não pode sequer chupar uma bala".
Então um pequeno ser puxou sua calça ( essas criaturas eram um tanto quanto estranhas, baixinhas e peludas ) e o levou para um castelo parecia o único imóvel que era feito de pedra no local, então uma formiga enorme apareceu e falou:
- Quem ousa entrar na terra do conde Doyle!?
- Meu nome é Baltazar, eu estava apenas procurando uma agulha parar tirar todo esse conhecimento da minha cabeça e de repente cheguei aqui.
- Você veio do mundo de fora?
- Sim, eu vim da terra,não sei como apareci aqui.
O conde ficou quieto um pouco pensando, e então disse:
- Hoje, Baltazar, você será nosso hóspede mas amanhã deve partir imediatamente.
-Agradeço sua hospitalidade nobre conde, estou muito honrado.
Logo entrou na sala uma pequena criatura com um vestido vermelho e o conduziu para o que devia ser seu quarto, era fabuloso cheio de bolas de gude e muitos soldadinhos de chumbo e foi nesse mesmos soldadinhos que ele ouviu um pequeno sussuro: " Ei, cuidado, você está correndo perigo, Doyle é um terrível feiticeiro inseto, ele jogou um feitiço em todo o povo. Antigamente o nosso povo vivia feliz aqui produzindo doces para todas as partes de Zion porém ninguém sabia de onde vinham os doces até que uma pequena formiga ao passar pela estrada do conhecimento acabou descobrindo esse lugar,( afinal quem em sã consciência entraria nessa floresta sem saber que pelo menos havia algo lhe esperando dentre esses matos) ele entrou e jogou um terrível feitiço onde todo mundo foi privado de poder comer os deliciosos doces feitos aqui, e certamente o matará durante essa noite". O garoto assustado pensou e disse " juntos vamos vencer esse terrível feiticeiro", então ele usou todo seu conhecimento adquirido naquela estrada e montou uma gerigonça para se livrar deste terrível mago.
Após ser servido um jantar muito farto, o garoto botou seu plano em pratica roubou da cozinha um balde agua fervendo e botou em cima da porta e com todos seus conhecimentos matemáticos bolou umas roldanas com cordas e ao feiticeiro ao entrar na sala seria queimado pelo liquido quente.
Ao dar doze badalas no relógio o mago entrou e então o garoto soltou a corda mas por um erro de calculo (porque em Zion não há números) o balde não virou porém caiu em cheio na cabeça daquele inseto dotado de poderes mágicos o deixando lelé da cuca depois de levar essa borduada todos seus feitos se acabaram os habitantes de Turam ficaram muito gratos ao garoto Baltazar e por sua coragem, todos comeram muitos doces e tomaram muitos refrescos à tarde inteira, todos muito felizes por poderem comer os doces ao invés de da-los ás formigas porém ele ainda tinha um problema, como ele iria retirar todo aquele conhecimento?
continua
quinta-feira, abril 23
Canaã ( Zion) Cap. 1
Há muito tempo muitas pessoas tem comentado sobre um lugar, um lugar diferente de todos que você já viu, nesse lugar tudo parece funcionar de acordo com o plano e tudo parece um tanto quanto diferente e hoje eu estou indo pra lá e quero que vocês venham comigo para esse incrível mundo estranho que tem como louvável nome 'Zion'.
Só há um meio de entrar em Zion, é entrar lá de um meio totalmente estranho e cômico. Sò há um meio de achar os grandes portões de Zion, ele é em um lugar onde só você pode sabe onde é e só você pode entrar, mas lembre-se pessoas quadradas não entram em Zion pois o portão é redondo. E no meio de toda esta conversa sobre portões e quadrados que se encontra o velho Baltazar, menino de apenas treze anos que nunca conseguiu entender esse mundo e talvez tenha sido assim que foi parar em zion, no fim das contas ninguém sabe ele apenas apareceu lá.
-Esse lugar é estranho o chão é fofo é meio estranho, e meu relógio, isso definitivamente é estranho, ele não tem números, será que eu morri?
(garoto com um certo espanto ao ver esse mundo totalmente diferente, e se espanta ainda mais ao ver que seu relógio dizia apenas 'hora de caminhar')
Em Zion, as horas passavam de um jeito totalmente diferente do normal, quando se diverte as horas parecem ir em passinhos de tartaruga, mas se tudo tá um tédio só as horas correm como o papa-léguas corre do coiote, e esse estranho fato dos relógios não marcarem horas ninguém nunca soube explicar, mas ele sempre mostra o que você quer ver. Não existem números em Zion pois uma vez um certo príncipe disse que os números estavam controlando todas as pessoas grandes.
O garoto olhou o relógio e logo seguiu por uma estrada feita de livros de diversas cores intitulada de "A estrada do conhecimento", o que lhe fazia muito sentido pois no decorrer da estrada foi vindo a sua cabeça vários conhecimentos de história á biologia, logo se deu conta que ao pisar em um livro chamado "chapéuzinho vermelho" veio uma história inteira em sua cabeça então ele percebeu que ao pisar nos livros acabara adquirindo o seu conteúdo, e depois de pisar em vários livros no final da estrada via uma mata fechada e uma pequena placa com umas letras estranhas e as leu:
"CONHECIMENTO È BOM, MAS DEMAIS PODE SER UM PROBLEMA"
No início não entendeu muito bem mas ao se olhar em um pequeno espelho que carregava no bolso (caso visse algum vampiro, porque afinal tinha muitos por aí) percebeu que sua cabeça estava enorme...
continua
Só há um meio de entrar em Zion, é entrar lá de um meio totalmente estranho e cômico. Sò há um meio de achar os grandes portões de Zion, ele é em um lugar onde só você pode sabe onde é e só você pode entrar, mas lembre-se pessoas quadradas não entram em Zion pois o portão é redondo. E no meio de toda esta conversa sobre portões e quadrados que se encontra o velho Baltazar, menino de apenas treze anos que nunca conseguiu entender esse mundo e talvez tenha sido assim que foi parar em zion, no fim das contas ninguém sabe ele apenas apareceu lá.
-Esse lugar é estranho o chão é fofo é meio estranho, e meu relógio, isso definitivamente é estranho, ele não tem números, será que eu morri?
(garoto com um certo espanto ao ver esse mundo totalmente diferente, e se espanta ainda mais ao ver que seu relógio dizia apenas 'hora de caminhar')
Em Zion, as horas passavam de um jeito totalmente diferente do normal, quando se diverte as horas parecem ir em passinhos de tartaruga, mas se tudo tá um tédio só as horas correm como o papa-léguas corre do coiote, e esse estranho fato dos relógios não marcarem horas ninguém nunca soube explicar, mas ele sempre mostra o que você quer ver. Não existem números em Zion pois uma vez um certo príncipe disse que os números estavam controlando todas as pessoas grandes.
O garoto olhou o relógio e logo seguiu por uma estrada feita de livros de diversas cores intitulada de "A estrada do conhecimento", o que lhe fazia muito sentido pois no decorrer da estrada foi vindo a sua cabeça vários conhecimentos de história á biologia, logo se deu conta que ao pisar em um livro chamado "chapéuzinho vermelho" veio uma história inteira em sua cabeça então ele percebeu que ao pisar nos livros acabara adquirindo o seu conteúdo, e depois de pisar em vários livros no final da estrada via uma mata fechada e uma pequena placa com umas letras estranhas e as leu:
"CONHECIMENTO È BOM, MAS DEMAIS PODE SER UM PROBLEMA"
No início não entendeu muito bem mas ao se olhar em um pequeno espelho que carregava no bolso (caso visse algum vampiro, porque afinal tinha muitos por aí) percebeu que sua cabeça estava enorme...
continua
quinta-feira, fevereiro 26
Para ela (aleatório)
ter.talvez.sentir.algo.bom.quando.
estou.comvc.cada.instante.emqualquer.lugar.procuro.responstas.
dasquais. nunca,euvou.achar.como.podeser.tão.grande.assim.meu.AMOR.porvc.
asvezes.eu.sou.estranho.mas.saiba.que.é.porque.eunão.sei.oque.fazer.quando.estoucontigo.
ter.sentir.ser.muito.prasempre.amor.saber.especial e perpétuo.
dedicado àquela que me faz sempre tão feliz e radiante, eu te amo raio de sol;
estou.comvc.cada.instante.emqualquer.lugar.procuro.responstas.
dasquais. nunca,euvou.achar.como.podeser.tão.grande.assim.meu.AMOR.porvc.
asvezes.eu.sou.estranho.mas.saiba.que.é.porque.eunão.sei.oque.fazer.quando.estoucontigo.
ter.sentir.ser.muito.prasempre.amor.saber.especial e perpétuo.
dedicado àquela que me faz sempre tão feliz e radiante, eu te amo raio de sol;
quarta-feira, fevereiro 4
A Escola (O Farol).
O primeiro dia de escola sempre é um dia muito agitado, pessoas correndo procurando suas salas, e também é um dia de vaidade para as moças e rapazes que querem deixar uma ótima impressão para todos, mas para Augusto e Sílvio foi sempre é um começo de mais um ano aguentando calados tudo, mas esse ano é diferente, sem dúvida é, pois é o ultimo ano que vão ver essas pessoas abusarem deles e tratarem eles que nem ratos. O anúncio de que mais um ano começava, se deu quando o 'dudu' e seus amigos chegaram na sala em que os dois estavam e sem êxito chamou Sílvio, do pior apelido que já houvera dado a alguém, 'Silvio sem pernas', enquanto seus amigos ficavam em volta batendo em Sílvio e Augusto, para os dois pobres garotos o mundo nunca foi justo, e se alguém se opuser a esta, está com a concepção de justiça extremamente distorcida, porque raios todos os dias dudu transformava a vida dos dois garotos em tristeza e amargura. È, eles aguentaram calados todos esses anos e agora era pra ser diferente, mas foi como sempre foi, e talvez como sempre será, augusto ficou quieto e Sílvio foi pra casa chorando.
Depois daquele primeiro dia na escola, Sílvio começou a faltar muitas aulas, e quando Augusto foi a sua casa naquela tarde chuvosa recebeu uma ótima e péssima noticia. Sílvio agora está livre de todos seus medos e tristezas, agora ele pode correr e sentir os lindos campos de lirios azulados, encontrou sua própria Pasárgada com o único ato de tomar meia duzia de analgésicos, e apenas o que restou da imagem daquele garoto na cadeira de rodas foi as lembranças de Augusto que esteve sempre junto com ele do primeiro ao último dia de aula. Aqui jaz Sílvio, um ótimo amigo.
Eduardo, o 'dudu' tinha muita especialidade em ferir as pessoas onde mais doía nelas, era filho de um grande produtor de café da região, um homem extremamente arrogante e ríspido, Eduardo sempre foi um garoto deixado de lado por seu pai, não se viam muito pois ele estava sempre trabalhando a negócios, Mas uma coisa Eduardo aprendeu com os pais (com seu pai em especial), a ser arrogante e sempre falar e fazer o que quer, não importa o que seja e como seja.
... continua
Depois daquele primeiro dia na escola, Sílvio começou a faltar muitas aulas, e quando Augusto foi a sua casa naquela tarde chuvosa recebeu uma ótima e péssima noticia. Sílvio agora está livre de todos seus medos e tristezas, agora ele pode correr e sentir os lindos campos de lirios azulados, encontrou sua própria Pasárgada com o único ato de tomar meia duzia de analgésicos, e apenas o que restou da imagem daquele garoto na cadeira de rodas foi as lembranças de Augusto que esteve sempre junto com ele do primeiro ao último dia de aula. Aqui jaz Sílvio, um ótimo amigo.
Eduardo, o 'dudu' tinha muita especialidade em ferir as pessoas onde mais doía nelas, era filho de um grande produtor de café da região, um homem extremamente arrogante e ríspido, Eduardo sempre foi um garoto deixado de lado por seu pai, não se viam muito pois ele estava sempre trabalhando a negócios, Mas uma coisa Eduardo aprendeu com os pais (com seu pai em especial), a ser arrogante e sempre falar e fazer o que quer, não importa o que seja e como seja.
... continua
O Farol.
Havia uma cidadezinha chamada Farol, uma pequena colônia americana no Brasil , uma cidade pequena sem muita coisa para fazer além de ir comer uma pizza, ou vadiar pelos poucos bares que lá haviam, ou nas tardes de domingo tomar um chá e ver a velha banda da escola se apresentar em um palco apertado, porém bem jeitoso. E em um desses domingos á tarde que o jovem menino Augusto leva sua avó para passear pois está uma linda tarde e todos os pássaros parecem estar na rua fazendo as vozes secundárias da majestosa banda que toca com tanto gosto, fazendo a trilha sonora para ela passar, ela que ele observa desde a sexta série sem ao menos piscar ele olha ela sendo cortejada pelos homens que ali olharam pra ela, e ele via aquela cena e sempre se sentia mal, por que ele mesmo nunca teve coragem para se aproximar e dizer ao menos um 'oi', e por ser aos olhos dela só mais um bobo que é apaixonado por ela, passa que nem o vento para ela, despercebido.
Á tarde começa a morrer aos poucos dando um ar vermelho-amarelado no ceu, agusto e sua avó se maravilham com o show que a natureza os proporciona, mas infelizmente eles tem que ir pois o caminho é longe e na noite há muitos perigos, já dizia sua velha vó. Pelo caminho desnivelado de pedras subia o morro, pois lá em cima quase junto ao céu estava o casarão onde moravam.
Onde Augusto passou a infância correndo, pulando e dando um trabalhão pros seus pais. Os pais de Augusto se foram cedo, ele recem tinha dez anos, oque deixou uma ferida aberta até hoje por não ter os pais, mas em questão de amor, a vovó brenda sempre o deixou com uma overdose de amor, mas sempre quando via seus amiguinhos quando pequeno com seus pais, ele sentia o vazio que aquilo fez com ele. Mas os tempos passaram e ele cresceu e hoje é seu primeiro dia no terceiro grau da escola Nossa De Sante Inês, ele sempre foi um garoto de poucos amigos e bem fechado, se único amigo era um garoto que havia perdido o movimento das pernas cujo nome era silvio.
Silvio nasceu normal como toda a criança, mas seu pai era alcoolátra e um dia bebeu demais, e quebrou as pernas de seu próprio filho espancando-o, e o garoto ficou tres dias jogado no chão de madeira até alguém o achar, pois seu pai saiu pela porta aquele dia e nunca mais voltou. Silvio sofreu muito, e sofre ainda pois as marcas de seu passado ainda estão ali em sua pele distorcida por cicatrizes, e nas palavras daqueles que sem dúvida são desprovidos de um coração.
Á tarde começa a morrer aos poucos dando um ar vermelho-amarelado no ceu, agusto e sua avó se maravilham com o show que a natureza os proporciona, mas infelizmente eles tem que ir pois o caminho é longe e na noite há muitos perigos, já dizia sua velha vó. Pelo caminho desnivelado de pedras subia o morro, pois lá em cima quase junto ao céu estava o casarão onde moravam.
Onde Augusto passou a infância correndo, pulando e dando um trabalhão pros seus pais. Os pais de Augusto se foram cedo, ele recem tinha dez anos, oque deixou uma ferida aberta até hoje por não ter os pais, mas em questão de amor, a vovó brenda sempre o deixou com uma overdose de amor, mas sempre quando via seus amiguinhos quando pequeno com seus pais, ele sentia o vazio que aquilo fez com ele. Mas os tempos passaram e ele cresceu e hoje é seu primeiro dia no terceiro grau da escola Nossa De Sante Inês, ele sempre foi um garoto de poucos amigos e bem fechado, se único amigo era um garoto que havia perdido o movimento das pernas cujo nome era silvio.
Silvio nasceu normal como toda a criança, mas seu pai era alcoolátra e um dia bebeu demais, e quebrou as pernas de seu próprio filho espancando-o, e o garoto ficou tres dias jogado no chão de madeira até alguém o achar, pois seu pai saiu pela porta aquele dia e nunca mais voltou. Silvio sofreu muito, e sofre ainda pois as marcas de seu passado ainda estão ali em sua pele distorcida por cicatrizes, e nas palavras daqueles que sem dúvida são desprovidos de um coração.
Assinar:
Postagens (Atom)