segunda-feira, outubro 13

O dia em que eu partir.

Hoje eu pensei muito sobre esse dia, o dia em que eu deixaria de viver nesse mundo ,como eu vou ser? Oque vou estar fazendo?
Eu sinceramente vou descrever a amarga cena de minha própria morte, será em um fim de tarde uma tarde ensolarada e linda , e no por-do-sol vem a tona o óbito de Marco Antônio Peppl Chapon , o senhor azedo que morava logo ali em baixo ,naquela velha casa, sozinho, sem ninguém.
Eu morri vendo uma velha caixa de papelão, com varias fotos e lembranças guardadas ,boas lembranças , de ótimos dias, de quando eu tinha amigos e era divertido, agora velho sem ninguém nesse quarto com um ventilador barulhento ,todas as lágrimas que ali ficaram por anos guardadas naquela cara enrrugada e sofrida, pulam felizes a cada fechar de palpebras. Triste por que aquele tempo feliz se foi ,para sempre. E não resta nenhum consolo apenas a morte fria e só.
Sem amor ,nem amigos ,apenas as lembranças ainda frescas na sua memória deles e de sua linda namorada que enquanto ele ainda jovem o deixou, e ele sempre esperou ela voltar ,mas no fundo sabia que aquele apertado abraço soava como um adeus.
Agora é sua vez, e ele está determinado apenas a uma coisa antes da morte, e a faz; Segura cada foto e diz eu te amo.e antes do seu último ato ele olha pra porta esperançoso, ela entra e le da folego para um último e longo suspiro, passa a mão em seus cabelos grisalhos e se vai pela janela, a brisa gelada.E enfim na última foto, a da sua linda ex-namorada ele diz, nos encontramos lá.

4 comentários:

Unknown disse...

gayyyyyyyyy

Amanda Linck. disse...

ai marco o.o que deprê isso. não vou deixar tu virar um velho sem amigos, pois serei sua friend forever (L) hahaha

Guazzelli disse...

que lance pesado, mano

Iporã Possantti disse...

porra. muito bom meu.